
Medicamento de alto custo: como conseguir na justiça?
Descubra como garantir acesso a medicamentos de alto custo através da Justiça, entendendo critérios e estratégias essenciais para proteger sua saúde.

Palivizumabe é essencial para prevenir infecções respiratórias em bebês. Veja como obter pelo plano de saúde mesmo diante de uma negativa.
Antes de tudo, é importante reconhecer o momento delicado que muitas famílias enfrentam ao lidar com a saúde de um bebê vulnerável. Quando o médico indica o uso do Palivizumabe e o plano de saúde se recusa a cobrir, o sentimento é de angústia, impotência e medo.
Afinal, trata-se de um medicamento de alto custo que pode fazer a diferença entre a recuperação tranquila e uma internação em UTI. Essa é uma realidade mais comum do que se imagina, e entender seus direitos pode ser o primeiro passo para mudar essa história.
O escritório Klicia Garcia Advocacia, com mais de 20 anos de experiência em Direito Médico e da Saúde, atua com dedicação exclusiva em ações contra negativas de planos de saúde.
Atuamos de forma 100% online e com atendimento humanizado, o que nos permite acompanhar casos em todo o Brasil, independentemente do estado ou cidade em que você esteja. Todos os documentos são assinados digitalmente e o processo é conduzido com agilidade e segurança.
Imagine receber a indicação médica de um medicamento vital para proteger seu bebê contra infecções respiratórias graves e, ao solicitar ao plano de saúde, ser surpreendido com uma negativa. Essa é a realidade de muitas famílias que precisam do Palivizumabe, um medicamento de alto custo fundamental na prevenção do vírus sincicial respiratório (VSR).
Neste artigo, explicamos como funciona o Palivizumabe, por que ele é negado, quanto custa e quais alternativas legais existem para obter o medicamento mesmo diante da recusa do plano de saúde. Tudo com linguagem acessível e embasamento jurídico.
O Palivizumabe é um anticorpo monoclonal utilizado na prevenção de infecções causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR), principalmente em bebês prematuros, crianças com cardiopatias congênitas ou doenças pulmonares crônicas. O VSR pode provocar quadros graves como bronquiolite e pneumonia, levando inclusive à internação.
A aplicação do Palivizumabe é mensal durante os meses de maior circulação do vírus e tem como objetivo proteger as crianças mais vulneráveis, reduzindo significativamente as hospitalizações e complicações respiratórias.

O Palivizumabe é um medicamento de alto custo utilizado na prevenção de infecções respiratórias graves causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês prematuros e crianças com comorbidades.
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Essa despesa elevada é uma das razões pelas quais os pais recorrem ao plano de saúde. No entanto, muitas operadoras se recusam a fornecer o medicamento, alegando diferentes justificativas.
As negativas mais comuns estão relacionadas ao Rol de Procedimentos da ANS ou ao argumento de que o medicamento tem uso profilático (preventivo). No entanto, desde a ADI 7265 do STF (18/09/2025), a ausência no rol da ANS não impede a cobertura quando preenchidos cinco requisitos cumulativos, e tratamentos médicos indicados por profissional habilitado não podem ser recusados de forma arbitrária.
Outros planos alegam que o medicamento não está indicado para o perfil da criança, ou que não há previsão contratual, o que também pode ser contestado judicialmente.
Entenda mais sobre negativas de medicamentos de alto custo
Se houve a negativa, é possível buscar o medicamento por meio da Justiça. Esse processo pode ser realizado de forma rápida e segura, por meio de uma liminar — uma decisão urgente que pode garantir o fornecimento imediato do tratamento.
Veja como funciona uma liminar para medicamentos

Há diversas decisões favoráveis à concessão do Palivizumabe. Tribunais estaduais, como o TJSP, já determinaram o fornecimento imediato do medicamento diante do risco à vida e à saúde do bebê.
“É dever da operadora de plano de saúde custear o medicamento prescrito por profissional habilitado, mesmo que não conste do rol da ANS, quando essencial à preservação da vida do paciente.”
Essas decisões reforçam que o direito à saúde é garantido pela Constituição Federal, e que a negativa pode ser revertida judicialmente.
Sim. O atendimento jurídico é 100% online, com validade jurídica em todo o território nacional. Os documentos são assinados digitalmente e o acompanhamento do processo é feito de forma segura e transparente, independentemente da sua localização.
O Palivizumabe pode salvar vidas, e negar esse direito é inaceitável. Se o seu plano de saúde recusou a cobertura, saiba que existem alternativas legais para garantir o tratamento do seu filho.
Procurar uma advogada especialista em Direito à Saúde pode ser o primeiro passo para agir com rapidez e segurança. Com o suporte jurídico adequado, é possível obter decisões liminares que garantem o fornecimento imediato do medicamento, evitando riscos maiores à saúde da criança.
Não deixe o tempo passar. A saúde do seu filho exige atenção agora!
Discussão do fornecimento de medicamentos com prescrição médica fundamentada.
A análise é individual e considera o quadro clínico, o contrato e os prazos envolvidos.
Klícia Garcia — OAB/MG 101.367. Atendimento jurídico realizado exclusivamente de forma on-line em todo o Brasil.

Descubra como garantir acesso a medicamentos de alto custo através da Justiça, entendendo critérios e estratégias essenciais para proteger sua saúde.

Muitos tratamentos modernos para doenças graves, como câncer e condições autoimunes, dependem de medicamentos de alto custo. Diante de um diagnóstico, o acesso a esses remédios pode ser um grande desafio, especialmente quando o plano de saúde ou o SUS nega a cobertura.

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