
Rituximabe Fora do Rol da ANS
Rituximabe consta no rol da ANS? Veja o que diz a lei, quando há cobertura obrigatória e quando a negativa pode ser considerada abusiva.

Plano de saúde negou o Amvuttra (vutrisiran)? Saiba quando a Justiça obriga o convênio a custear o medicamento e veja decisão favorável do Klícia Garcia Advocacia.
O Klícia Garcia Advocacia, escritório com mais de 20 anos de experiência atua com dedicação exclusiva em ações contra planos de saúde, tem acompanhado de perto a luta de pacientes com doenças raras que precisam de medicamentos de alto custo, como o Amvuttra (vutrisiran), e recebem negativas injustificadas dos convênios médicos.
Neste artigo, explicamos em quais situações o plano de saúde é obrigado a cobrir o Amvuttra, o que diz a Justiça sobre o tema e como uma decisão judicial obtida pelo escritório garantiu o tratamento a um paciente que havia sido prejudicado pela recusa do convênio.
O Amvuttra (vutrisiran) é um medicamento biotecnológico indicado para o tratamento da polineuropatia amiloidótica hereditária (hATTR), uma doença rara e degenerativa que causa danos progressivos aos nervos periféricos e pode comprometer funções motoras e sensoriais.
Por ser um tratamento inovador e de alto custo, muitos pacientes não conseguem custeá-lo por conta própria e dependem da cobertura do plano de saúde ou do fornecimento judicial para iniciar a terapia prescrita pelo médico.
Saiba mais sobre esse tipo de ação acessando nossa página sobre ações de medicamento de alto custo.
Na prática do Direito Médico e da Saúde, observamos que as operadoras de saúde costumam negar o fornecimento do Amvuttra alegando motivos como:
Essas justificativas, porém, são frequentemente consideradas abusivas pela Justiça.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) firmou entendimento de que o rol não pode restringir o direito do paciente ao tratamento prescrito, especialmente quando há laudo médico e comprovação da eficácia do medicamento.
Fonte: STF fixa critérios para que planos de saúde cubram tratamentos fora da lista da ANS

Os tribunais têm reconhecido que o plano de saúde deve custear o Amvuttra quando o medicamento é essencial para o tratamento e existe prescrição médica justificada. A recusa de cobertura viola o direito fundamental à saúde, garantido pelo artigo 196 da Constituição Federal.
Em situações urgentes, o advogado pode solicitar uma liminar médica (tutela de urgência), para que o medicamento seja fornecido com urgência, antes da sentença final. Essa medida judicial tem salvado vidas e evitado o agravamento de doenças graves e raras.
Na atuação recente do Klícia Garcia Advocacia, um paciente diagnosticado com polineuropatia amiloidótica hereditária teve o fornecimento do Amvuttra negado pelo plano de saúde. Diante da urgência do quadro, o escritório ingressou com uma ação judicial para fornecimento de medicamento e obteve uma decisão liminar favorável.
Diante do exposto, DEFIRO A TUTELA DE URGÊNCIA requerida por [*] sigiloso [*] providencie, no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas, o fornecimento integral e gratuito do medicamento Amvuttra 50 mg/mL (Vutrisirana), solução injetável 0,5 mL, via subcutânea, a cada três meses, conforme prescrição médica acostada, enquanto perdurar a necessidade clínica devidamente comprovada, sob pena de multa diária de R$ 2.000,00 (dois mil reais), limitada inicialmente a R$ 60.000,00 (sessenta mil reais), sem prejuízo de majoração posterior, caso necessário.

Essa decisão demonstra que o Poder Judiciário tem protegido os direitos dos pacientes, reconhecendo que o plano de saúde não pode interferir na conduta médica nem negar um tratamento essencial.
Em setembro de 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF) fixou critérios mais rigorosos para que os planos de saúde sejam obrigados a custear tratamentos e medicamentos fora do rol da ANS, como o Amvuttra (vutrisiran). A partir dessa decisão, o rol passou a ser referência obrigatória, e apenas em situações específicas o paciente poderá obter o tratamento pela via judicial.
Na prática, isso significa que não basta apenas a prescrição médica. Agora, é necessário comprovar que o medicamento tem eficácia científica reconhecida, registro na Anvisa e que não existe alternativa terapêutica equivalente no rol da ANS. Essas exigências tornaram as ações judiciais mais técnicas e complexas, exigindo documentação médica robusta e fundamentação jurídica precisa.
Por isso, a atuação de um advogado especializado em Direito Médico e da Saúde se tornou essencial. O profissional saberá reunir as provas corretas, demonstrar o cumprimento dos novos critérios e estruturar o pedido de forma adequada ao entendimento do STF.
Outro ponto importante é que, com essa nova sistemática, uma ação judicial mal fundamentada pode comprometer futuras tentativas. Se o processo for julgado improcedente, o paciente pode ficar impedido de ingressar novamente com o mesmo pedido, o que reforça a importância de uma estratégia jurídica segura desde o início.
Na prática, a nova decisão não retira o direito do paciente, mas exige maior preparo técnico e jurídico para demonstrar a real necessidade do tratamento. Por isso, contar com um escritório experiente e especializado, como o Klícia Garcia Advocacia, é fundamental para assegurar o acesso ao Amvuttra e a outros medicamentos de alto custo, dentro dos parâmetros definidos pela Justiça.
Se o seu plano de saúde negou o Amvuttra, siga estes passos recomendados:

A Justiça tem reconhecido que a urgência e a comprovação da necessidade terapêutica justificam a concessão de liminares para garantir o acesso ao tratamento com o Amvuttra (vutrisiran).
A liminar médica é uma decisão provisória concedida em caráter de urgência, com o objetivo de garantir o início imediato do tratamento. Ela é muito comum em ações contra planos de saúde e processos para fornecimento de medicamentos de alto custo.
Quando o juiz concede a liminar, o plano de saúde é obrigado a entregar o medicamento ou custear o tratamento rapidamente, sob pena de multa.
Quer entender mais sobre esse tema? Leia: O que é uma liminar e o que acontece depois que ela é concedida.
Com a nova decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), proferida em setembro de 2025, o rol de procedimentos e medicamentos da ANS passou a ser considerado taxativo mitigado, ou seja, uma lista obrigatória que define as coberturas mínimas dos planos de saúde, mas permite exceções em situações específicas.
Na prática, isso significa que o Amvuttra (vutrisiran), mesmo não estando no rol, pode ser custeado judicialmente, desde que o paciente e seu advogado comprovem que o caso se enquadra nas exceções previstas pelo STF.
Entre os critérios reconhecidos estão:
Esse novo entendimento reforça a importância da atuação de um advogado especializado em Direito Médico e da Saúde, capaz de demonstrar tecnicamente o cumprimento desses critérios e justificar a excepcionalidade do caso.
O Amvuttra (vutrisiran) é um medicamento essencial para pacientes com polineuropatia amiloidótica hereditária (hATTR), e o plano de saúde não pode negar cobertura quando há prescrição médica e comprovação da necessidade clínica.
Negativas baseadas apenas no rol da ANS são abusivas e podem ser revertidas judicialmente. O Klícia Garcia Advocacia tem ampla experiência em ações contra planos de saúde, garantindo acesso rápido e justo a tratamentos de alto custo e medicamentos negados.
Cada caso deve ser analisado individualmente por um profissional qualificado. Nosso escritório oferece atendimento jurídico online para pacientes que buscam orientação sobre ações de saúde, liminares e fornecimento de medicamentos.
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A análise é individual e considera o quadro clínico, o contrato e os prazos envolvidos.
Klícia Garcia — OAB/MG 101.367. Atendimento jurídico realizado exclusivamente de forma on-line em todo o Brasil.

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